HORÁCIO DE PAIAV OLIVEIRA FOI O PRIMEIRO PRESIDENTE DA
ACADEMIA MACAUENSE DE LETRAS E ARTES - AMLA,CRIADA EM 10 DE AGOSTO DE 2018 E
FOI OFICIALMENTE FUNDADA NO DIA 06 DE DEZEEMBRO DE 2018, NO PERÍODO DE 2019 A
2021
HORÁCIO DE PAIAV OLIVEIRA FOI O PRIMEIRO PRESIDENTE DA
ACADEMIA MACAUENSE DE LETRAS E ARTES - AMLA,CRIADA EM 10 DE AGOSTO DE 2018 E
FOI OFICIALMENTE FUNDADA NO DIA 06 DE DEZEEMBRO DE 2018, NO PERÍODO DE 2019 A
2021
HORÁCIO DE PAIVA OLIVEIRA nasceu em Macau, Rio Grande do Norte,
Brasil, em 30 de agosto de 1945, sendo o último dos cinco filhos de Horácio de
Oliveira Neto e Francisca Paiva de Oliveira. Após frequentar o Jardim da
Infância do Grupo Escolar Duque de Caxias, foi para Natal, onde fez o primário
no antigo Ginásio Sete de Setembro, exceto o quinto e último ano que, novamente
em Macau, cursou no Ginásio Nossa Senhora da Conceição. Retornando a Natal,
cursou o Ginasial no Colégio Santo Antônio (Marista) e parte do segundo grau no
Colégio Estadual do Ateneu Norte-rio-grandense (Curso Clássico), concluindo-o
em Macau, no Ginásio Nossa Senhora da Conceição, no Curso Técnico Comercial de
Contabilidade, ali existente. Desde cedo manifestou-se o seu gosto pela
literatura, sobretudo pela poesia. Publicou o seu primeiro poema aos 16 anos de
idade, no jornal macauense O Nacionalista. Aos 18, com outros jovens escritores
(Anchieta Fernandes, Dailor Varela, João Charlier Fernandes, Fernando Gurgel
Pimenta, Falves, Franklin Capistrano, Walter Varela (Walter Berbe), Francisco
Antônio Cordeiro Campos, Marcos Aurélio de Sá, José Arnaldo, Ivan Sérgio
Freire, Iaperi Araújo), criou em Natal o Movimento dos Novíssimos, que mantinha
uma coluna literária no antigo jornal católico “A Ordem” (“Coluna dos Novíssimos”).
Foi funcionário do Banco do Brasil em Macau, Recife e Natal, onde serviu como
escriturário, professor de direito civil e comercial (dando aulas em Brasília e
Recife) e, depois, advogado. Iniciou seu curso de Direito em Recife,
concluindo-o em Natal. Advogado, participou ativamente das lutas pelo
restabelecimento, no Brasil, do Estado Democrático de Direito. Foi fundador e
presidente da Comissão Pontifícia Justiça e Paz - entidade pioneira
na defesa dos direitos humanos no Rio Grande do Norte, vinculada à Arquidiocese
de Natal -, membro do Comitê da Anistia no RN, coordenador do Comitê
Pró-Diretas de Natal, fundador e presidente da Coordenação Intersindical do
Estado do RN, ou Unidade Sindical, como inicialmente foi chamada a primeira Central
de trabalhadores urbanos e rurais do RN, após 1964, membro da Comissão Nacional
Pró-CUT (representando o RN), presidente do Sindicato dos Bancários do RN, por
três mandatos, no período de 1980 a 1989, e diretor da Federação dos Bancários
de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Prêmio de Direitos Humanos
“Emanoel Bezerra”. Detentor do troféu “Moinho de Sal”, pela Prefeitura
Municipal de Macau, e de Comenda, pela Câmara Municipal de Macau, em 1998.
Cidadão Natalense, através de lei municipal. Presidente da Comissão Municipal
da Memória, Verdade e Justiça de Natal, Rio Grande do Norte. Membro do
Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e da União Brasileira
de Escritores do RN. Presidente e um dos fundadores da Academia Macauense de
Letras e Artes – AMLA. A vida intensa dedicada ao movimento social retardou o
lançamento de seu primeiro livro de poesias, “Navio entre espadas”, que somente
veio a lume no ano de 2002. Em agosto de 2012, lançou seu segundo livro solo de
poemas, “A Torre Azul”, e, em maio de 2017, o terceiro, “Caderno do
Imaginário”. Tem ainda em preparo, também de poesias, os livros “Sou de Deus
- 33 poemas de inspiração religiosa” e “Navio Azul Imaginário
- Poemas selecionados”. Está incluído na antologia “Geração
Alternativa (Antilogia Poética Potiguar)”, organizada pelo escritor J. Medeiros
e editada em 1997. Participou, depois, de três coletâneas de versos: “A Escola
de Macau”, publicada em 2003, “Coletânea de Poemas”, organizada pela União
Brasileira de Escritores - UBE-RN, em 2015, e, outra, bilíngue
(português-espanhol), lançada em Natal e Havana, “Literatura Brasilis”, em
2018. Publicou também em jornais e revistas do Rio Grande do Norte, de outros
Estados brasileiros e do exterior.
FONTE - ACADEMIA MACAUENSE DE LETRAS E ARTES.